Trademark Modernization Act and its impact on trademarks in the United States

By Bernardo Tonial Berte
23/05/2022

The consolidation of a Brazilian brand in the national territory often opens new horizons and allows its expansion into the international market. And the fact is that, among the main countries chosen to internationalize their trademarks, the United States of America emerges as one of the favorites by Brazilian entrepreneurs, either because it is considered a country with a stable and heated economy or because it has the largest consumer market in the world[1].

In this sense, when choosing the United States as a strategic country for the internationalization of a trademark, registering it on US soil becomes one of the main procedures to be evaluated by the company, as it will protect the trademark, allow its exclusive exploitation and its growth in that country.

In view of this, it is of great value to understand not only the operation of trademark registration in the United States, but also to follow the changes that may be carried out over time to pay attention to new opportunities that may arise in the North American market.

And in this vein, the USPTO (United States Patent and Trademark Office) recently implemented the “Trademark Modernization Act”, causing important changes in the legislation that regulates the registration of trademarks in the United States and that must be observed by those who intend to protect their trademark signs on North American territory.

The creation of the "Trademark Modernization Act" has as main objective the reduction of the time in which a trademark sign, improperly registered or that is not used in North American commerce, remains in force and that, consequently, prevents the registration of a trademark that fact intended to be used in that country.

In other words, the implemented changes aim to identify and prevent, in a more effective way, the distinctive signs not used or registered improperly so that trademarks subject to registration, but which are prevented by the existence of these precedents, can be granted and effectively registered in the U.S.

Among the changes, three can be highlighted that are considered to be the main ones:

  • Reduction by half of the response time to the rejection of the registration or the renewal of the mark: with the entry into force of the “Trademark Modernization Act”, the applicant or the owner of the trademark that had the application for registration or the renewal rejected will have only 03 months to appeal, and no longer the 06 months that until then was provided for by US legislation.
  • Shorter term for owners of registrations based abroad to establish the use of their trademark in the USA: from now on, those who own their registered trademark in the United States, but whose headquarters are located in another country, will have up to 03 years to establish use of the trademark in the US, otherwise a third party or the USPTO itself will initiate a trademark withdrawal process. Before the implementation of the “Trademark Modernization Act”, proof of use of the trademark had to take place between the 5th and 6th year of registration of the distinctive sign.
  • Easier for third parties to challenge a trademark registration: prior to the implementation of the “Trademark Modernization Act”, the process to contest a trademark registration was too expensive and time-consuming. From now on, it is sufficient for the third party to demonstrate that the registration holder has never used the trademark in North American commerce. Furthermore, it is now possible for the USPTO itself, ex officio, to initiate proceedings to challenge a trademark registration on the grounds that it was improperly registered or not in use in the United States.

In this sense, the exposed changes demonstrate that, from now on, there will be greater rigor to identify the trademarks that, in fact, deserve to be protected in the United States.

In view of this, two conclusions can be reached: the first is that the registration of trademarks on American soil must be carried out in cases where the United States is really part of the company's international expansion plan, since the proof of the use of the mark in that country will have to be carried out in a short period of time.

On the other hand, if a third-party trademark has been improperly registered or is not being used on North American territory and is making the registration of another “legitimate” distinctive sign unfeasible, the changes brought about by the “Trademark Modernization Act” are capable of solve this hindrance in a more effective and accelerated way, resulting in greater security for those who intend to have their trademark on North American market.

[1] https://www.bicalho.com/internacionalizacao-de-empresas-para-os-eua/ (in portuguese)

 

By Bernardo Tonial Berte – Lawyer

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